Destruição de herbáceas
DESTRUIÇÃO DE HERBÁCEAS O tema não é novo, mas vale sempre a pena retomá-lo, em benefício do meio ambiente e regalo dos nossos olhos. Quem passa na rua das Rosas (artéria onde não se vislumbra qualquer roseira, nem mesmo a bonita rosa-albardeira…), entre a rua de Santa Margarida e a Estrada Nacional nº 351, em Oleiros, fica surpreendido com uma mancha de amarelo-torrado ao longo dos passeios, em contraste com o verde viçoso do campo ao lado, salpicado de flores campestres, que a Natureza, sempre generosa, nos oferece todos os anos nesta época primaveril. Salta à vista que aquele desolador amarelo-torrado resultou da aplicação de herbicidas. Quem terá concebido a ideia peregrina de tal ação? Que pressão terá havido sobre a edilidade oleirense por parte das empresas fornecedoras de produtos fitossanitários? De facto, não se vislumbram quaisquer benefícios no uso de tais venenos. Se foi para destruir as ervas, elas continuam lá, agora tristemente queimadas ao lado das que esca...